Resposta direta: anunciar no Instagram e no Facebook custa, no mínimo técnico, cerca de R$ 3 a R$ 6 por dia (Trafius, abr/2026). Esse valor faz o anúncio rodar; pra conversão de verdade, o mercado converge em R$ 30 a R$ 50 por dia por conjunto. Desde janeiro de 2026, anunciar ficou 12,15% mais caro, por repasse de impostos (Vini Ensina, jul/2026).
Essa pergunta esconde duas perguntas diferentes. A primeira: qual o valor mínimo que a Meta aceita? A segunda, que é a que importa: quanto eu preciso pra ter resultado? A resposta da primeira cabe numa linha. A da segunda depende do objetivo, do nicho e de o algoritmo receber dado suficiente pra aprender.
Abaixo, os três números que valem pra 2026: o mínimo técnico, a verba recomendada por objetivo e o acréscimo de impostos que entrou na fatura em janeiro. Um aviso de quem opera conta de anúncio no dia a dia: ninguém sério promete resultado com verba X. Desconfie de quem prometer.
Como o Meta Ads cobra?
O Meta Ads, a plataforma que roda os anúncios do Facebook e do Instagram, funciona por leilão. Você define um orçamento diário ou um total pro período, e paga só pelo que consumir: por impressão na maioria dos objetivos, por clique em alguns casos. Não tem mensalidade nem taxa de adesão. Pausou a campanha, parou o gasto.
O custo de cada entrega sai do leilão, e três coisas pesam mais que o tamanho da sua verba: a concorrência pelo mesmo público, a qualidade do criativo e a época do ano. Novembro, com a Black Friday, encarece tudo pra todo mundo.
A referência de custo pra 2026: CPM (custo por mil impressões) de R$ 15 a R$ 35 no feed brasileiro e de R$ 8 a R$ 20 em Stories e Reels (Trafius, abr/2026). A Meta não publica tabela oficial de preços em reais; esses números são médias observadas de mercado, não valor fixo.
Qual o valor mínimo para anunciar no Instagram?
O mínimo técnico fica em cerca de R$ 3 por dia pra objetivos cobrados por impressão (alcance, tráfego, engajamento) e cerca de R$ 6 por dia pra leads, conversões e mensagens; instalação de app pede cerca de R$ 10 (Trafius, abr/2026). Vale o "cerca de": a Meta confirma que existe mínimo por tipo de cobrança, mas não publica tabela fixa em reais. E o valor é o mesmo pro Facebook, porque o mínimo é da conta de anúncios, não da rede.
| Objetivo | Mínimo técnico (roda) | Verba que costuma funcionar |
|---|---|---|
| Alcance, tráfego, engajamento | cerca de R$ 3/dia | R$ 15 a R$ 25/dia (topo de funil) |
| Leads, conversões, mensagens | cerca de R$ 6/dia (app: cerca de R$ 10) | R$ 30 a R$ 50/dia por conjunto |
| E-commerce e nichos disputados | mesmos mínimos acima | R$ 150+/dia |
Mínimos e faixa de tráfego: Trafius, abr/2026. Faixa de conversão: convergência de Trafius (abr/2026), Vini Ensina (jul/2026) e Ad Rock (2026). Nichos disputados: Trafius e Agência B300, 2026.
A distância entre as duas colunas é a distância entre rodar e funcionar. Faça a conta: com CPM de R$ 20, dentro da faixa do feed, R$ 6 por dia compram 300 impressões. O algoritmo precisa de volume de eventos pra sair da fase de aprendizado; com 300 pessoas por dia, ele quase não tem o que aprender. Por isso as fontes convergem em R$ 30 a R$ 50 diários por conjunto de anúncios (o grupo que divide o mesmo público e a mesma verba) quando o objetivo é conversão.
Anunciar ficou 12,15% mais caro em 2026: o que muda na prática?
Desde 1º de janeiro de 2026, a Meta repassa PIS/Cofins e ISS na fatura dos anunciantes brasileiros: acréscimo de 12,15% sobre o custo de anunciar (Vini Ensina, jul/2026). Não foi o leilão que subiu, é imposto destacado na cobrança. No bolso dá no mesmo: cada R$ 100 de mídia viram cerca de R$ 112 na fatura.
Três efeitos práticos:
- Verba pequena sente mais. Quem opera no limite dos R$ 30 a R$ 50 por dia perde pro imposto uma fatia do que seria teste.
- Comparar com 2025 distorce. Seu custo por lead tende a subir uns 12% sem a campanha ter piorado; ajuste a régua antes de culpar o criativo.
- O planejamento anual muda. Sem incluir o repasse na conta, a verba de dezembro acaba em novembro.
Impulsionar post no Instagram: qual o valor e quando basta?
Impulsionar, o botão azul do app, usa o mesmo leilão e os mesmos mínimos: cerca de R$ 3 a R$ 6 por dia (Trafius, abr/2026). A diferença não está no preço. Está no controle.
Sendo direto: impulsionar é mais simples e mais limitado, e não há problema nisso quando o objetivo combina. Você escolhe um público básico, a duração e o valor, em três toques. O que fica de fora: os objetivos completos de conversão, públicos avançados (lista de clientes, semelhantes), teste entre criativos e a medição do que virou venda.
Quando impulsionar basta:
- Alcance local: fazer o bairro ver a promoção da semana.
- Conteúdo que já performa bem no orgânico e merece um empurrão.
- Evento pontual, sem meta de venda pra medir depois.
Quando não basta: lead e venda pedem o Gerenciador de Anúncios, com pixel (o código que registra o que acontece no seu site) e API de conversões configurados. Impulsionamento otimiza pra engajamento na maior parte dos casos, e curtida não paga boleto.
Quando R$ 10 por dia faz sentido (e quando é dinheiro jogado fora)
R$ 10 por dia, uns R$ 300 por mês, é verba honesta em três cenários:
- Negócio local de raio curto: alcance e mensagens num bairro ou cidade pequena.
- Teste de criativo: descobrir qual anúncio atrai clique antes de escalar.
- Presença de marca: continuar visível pra quem já conhece o negócio.
Vira dinheiro jogado fora quando o objetivo é venda em nicho disputado (e-commerce competitivo roda com R$ 150 ou mais por dia: Trafius e Agência B300, 2026), quando não existe rastreamento nenhum, ou quando a verba está pulverizada. R$ 10 divididos em três conjuntos dão R$ 3,33 pra cada um, abaixo do mínimo de cerca de R$ 6 pra conversão.
Cenário ilustrativo: a clínica das curtidas
Uma clínica impulsiona posts com R$ 10 por dia há meses. Entram curtidas, não entra paciente. A decisão certa ali não é aumentar a verba: é parar, instalar o pixel, definir o que conta como conversão (mensagem no WhatsApp, por exemplo) e concentrar tudo num único conjunto dentro da faixa recomendada. Primeiro medir, depois escalar.
E sobre a objeção clássica, "dá pra anunciar com R$ 6?": dá, e a campanha roda. Só não confunda campanha rodando com negócio vendendo. Nenhuma verba compra resultado certo; o que a verba certa compra é dado suficiente pro algoritmo otimizar e pra você decidir rápido.
Verba de anúncio é uma coisa, honorário de gestão é outra
"Quanto custa anunciar" mistura dois bolsos. A verba de mídia vai pra Meta e paga as impressões. O honorário de gestão paga quem estrutura campanha, público, criativo e rastreamento, e só existe se você contratar alguém pra isso.
No mercado brasileiro, freelancers cobram de R$ 800 a R$ 4.000 por mês conforme a experiência, e agências vão de R$ 1.500 a R$ 8.000 do pacote básico ao intermediário (compilado WiseData e RD Station, jun/2026). Regra prática do setor: a verba de anúncios costuma ser 2 a 5 vezes o honorário. As faixas completas, perfil por perfil, estão no nosso guia de quanto cobra um gestor de tráfego.
Quando NÃO contratar gestão
- Verba de mídia menor que o honorário: se o gestor mais barato do mercado parte de R$ 800 por mês (WiseData e RD Station, jun/2026) e sua verba é R$ 300, a conta não fecha. Impulsione com critério ou aprenda o Gerenciador.
- Sem site ou página decente pra receber o clique: arrume o destino antes de pagar alguém pra mandar gente pra ele.
- Expectativa de retorno na primeira semana: gestão séria começa por rastreamento e teste, não por milagre.
Na dúvida, leia antes: vale a pena contratar gestor.
Gestão de Mídia na Duopus: a partir de R$ 500/mês por canal
Sem percentual sobre a verba: o honorário não sobe quando você investe mais. A verba de anúncios vai direto pra sua conta na Meta e no Google; ela nunca passa pela Duopus.
- Contas Google, Meta e Analytics abertas no seu nome, com acesso total seu
- Rastreamento configurado antes de escalar verba (pixel e API de conversões)
- Sem fidelidade: se parar, as contas e o histórico ficam com você
- Custos variáveis repassados de forma transparente, sem margem escondida
Atendemos segurança eletrônica, engenharia, saúde e imobiliário, do ABC e Grande São Paulo (como Barueri) ao Brasil inteiro no online. O escopo completo está na página do serviço de Gestão de Mídia.
Perguntas rápidas sobre preço de anúncio no Instagram e Facebook
Tem valor mínimo para anunciar no Instagram e/ou no Facebook?
Tem, e vale pros dois: a cobrança é da conta de anúncios da Meta, não de cada rede. O mínimo técnico fica em cerca de R$ 3 por dia pra objetivos cobrados por impressão e cerca de R$ 6 pra conversão (Trafius, abr/2026). A Meta confirma o mínimo por tipo de cobrança, mas não publica tabela fixa em reais.
Anúncio no Facebook: quanto custa?
O mesmo que no Instagram: o leilão e a cobrança são da Meta. Mínimo técnico de cerca de R$ 3 a R$ 6 por dia e CPM médio de R$ 15 a R$ 35 no feed brasileiro (Trafius, abr/2026). O que muda entre as redes é o comportamento do público, não a tabela de preço.
Quanto custa para anunciar um produto no Instagram?
Pra vender produto, trabalhe com R$ 30 a R$ 50 por dia por conjunto de anúncios, a faixa em que as fontes de mercado convergem pra conversão (Trafius, Vini Ensina e Ad Rock, abr a jul/2026). Em e-commerce disputado, a referência sobe pra R$ 150 ou mais por dia (Trafius e Agência B300, 2026).
Instagram Ads: qual o preço médio no Brasil?
Não existe preço de tabela; o custo sai do leilão. A referência de 2026 é CPM (custo por mil impressões) de R$ 15 a R$ 35 no feed e de R$ 8 a R$ 20 em Stories e Reels (Trafius, abr/2026). Concorrência do nicho, público e qualidade do criativo puxam esse número pra cima ou pra baixo.
Facebook Ads: o valor mínimo é diferente do Instagram?
Não. O mínimo é definido por tipo de cobrança da conta de anúncios, e a conta é uma só na Meta: cerca de R$ 3 por dia pra impressões, cerca de R$ 6 pra leads e conversões, cerca de R$ 10 pra instalação de app (Trafius, abr/2026). Rodar nos dois canais ao mesmo tempo não dobra o mínimo.
Quanto custa anunciar no Instagram em 2026, com o repasse de impostos?
Some 12,15% ao que você planejava gastar: desde 1º de janeiro de 2026 a Meta repassa PIS/Cofins e ISS na fatura dos anunciantes brasileiros (Vini Ensina, jul/2026). Uma verba de R$ 1.000 por mês, por exemplo, sai por cerca de R$ 1.121 no cartão. Considere isso no planejamento anual.
Último aviso, e é o que mais aparece nas auditorias que fazemos: verba boa com destino ruim vira desperdício. Antes de subir orçamento, confira se o site que recebe o clique carrega rápido, funciona no celular e registra conversão. Se não registra, você vai pagar a Meta pra continuar no escuro.
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