O mercado de Guarulhos
Logística é um mercado em que o Google decide muita coisa: buscas como armazém alfandegado na região, transportadora perto do aeroporto ou o nome de um regime aduaneiro específico têm intenção altíssima e volume suficiente para sustentar uma operação. E têm uma particularidade que favorece quem trabalha o conteúdo: metade do vocabulário é técnica e a outra metade é popular. O embarcador frequente pesquisa pelo termo do setor; o ocasional pesquisa descrevendo o problema com as próprias palavras. São duas buscas diferentes para o mesmo serviço, e quem escreve só para uma delas perde a outra inteira, normalmente sem perceber.
Como a gente trabalha aqui
A gente trabalha as duas camadas na mesma página. O termo técnico entra no título e nos trechos que qualificam, porque é o que o comprador do ramo digita; a explicação do que ele significa entra no corpo, com as palavras de quem não é do setor. Isso atende as duas buscas e ainda melhora a chance de a resposta ser citada por uma IA, que precisa da definição para explicar. Cada serviço vira página própria, e o Perfil da Empresa recebe atenção porque a busca por proximidade do aeroporto é forte. Para quem atende embarcador de fora, montamos também páginas sem geografia, focadas no regime e no tipo de operação.
O erro que mais custa caro
O erro mais comum aqui é escrever só no vocabulário do setor. A página fica correta e invisível para o embarcador ocasional, que é quem mais precisa de ajuda e quem menos sabe o nome técnico do que procura. O segundo erro é o inverso e mais raro: simplificar tudo e perder o comprador profissional, que busca pelo termo exato e não se convence de quem não o usa. O terceiro é não trabalhar o Perfil da Empresa numa praça em que proximidade do aeroporto é argumento de venda, deixando de aparecer justamente na busca de urgência.