O mercado de Curitiba
Ranquear em Curitiba ficou mais difícil nos últimos anos: o ecossistema de tecnologia atraiu agências e software houses, e todo mundo disputa as mesmas buscas com quem sabe exatamente o que está fazendo. Essa é a diferença em relação a praças menores, onde o concorrente ainda é amador. Aqui o concorrente que está no topo costuma estar lá há anos, com autoridade acumulada, e a pergunta certa não é se dá para passar, e sim por onde entrar. E existe um problema local frequente: muita empresa daqui já passou por agência anterior e carrega problemas técnicos herdados que ninguém mapeou.
Como a gente trabalha aqui
O trabalho começa por auditoria, não por conteúdo, justamente por causa da herança. Os achados que mais se repetem são página bloqueada para o buscador desde algum teste antigo, endereço duplicado disputando consigo mesmo, redirecionamento em cadeia sobrando de migração e marcação de dados descrevendo algo que a página não tem. Corrigido isso, a estratégia é entrar pela cauda: buscas específicas, com procura real e concorrência menor, que trazem contato enquanto o termo principal amadurece. O relatório mensal traz posição por termo e contatos gerados, sem promessa de posição, que num mercado maduro seria especialmente desonesto.
O erro que mais custa caro
O erro mais caro aqui é começar a produzir conteúdo sem auditar o que a agência anterior deixou. Publica-se em cima de um site com problema estrutural e o esforço não converte em posição. O segundo é mirar direto o termo mais disputado, competindo com quem tem anos de vantagem, e concluir no quarto mês que SEO não funciona nesta cidade. O terceiro é contratar quem promete primeiro lugar: num mercado com concorrente estabelecido, essa promessa é o sinal mais claro de que a pessoa não sabe o que está vendendo.