O mercado de Goiânia
Dois hábitos definem a compra em Goiânia: a pesquisa começa no celular e o fechamento acontece no WhatsApp. A maioria dos sites locais ignora os dois, e o sintoma é sempre o mesmo, uma página feita para ser vista no computador do escritório, com formulário longo, que quebra na tela pequena e obriga a pessoa a procurar o telefone em outro canto. Há ainda uma configuração comum na cidade que quase nenhum site trata: muito negócio de serviço opera com mais de uma unidade espalhada por bairros distantes, e o cliente quer saber qual delas fica perto dele, com que horário e com qual telefone, antes de qualquer outra coisa.
Como a gente trabalha aqui
A gente projeta a partir da tela pequena, não adapta depois. Isso muda decisões concretas: botão de contato ao alcance do polegar, formulário curto o suficiente para ser preenchido em pé e informação de unidade logo no início. Quando há mais de um endereço, cada unidade ganha bloco próprio com endereço, telefone e horário dela, e essa mesma informação vai para o Perfil da Empresa de cada uma, porque em busca local é o perfil que responde primeiro. E como o fechamento migra para o WhatsApp, o botão abre a conversa já preenchida indicando de qual unidade e de qual serviço a pessoa veio, o que evita a pergunta inicial e ainda diz de onde o contato saiu.
O erro que mais custa caro
O erro mais caro em Goiânia é entregar um site que só funciona bem no computador para um público que decide no celular. O segundo é tratar várias unidades como uma só, com um endereço genérico ou uma lista solta no rodapé: o cliente não descobre qual é a mais perto e escolhe quem tornou isso óbvio. O terceiro é levar tudo para o WhatsApp sem identificar a origem, o que transforma o atendimento numa caixa preta e faz o dono decidir onde investir sem saber de onde vem o cliente que fecha.