O mercado de Uberlândia
Anunciar em Uberlândia esbarra na mesma dualidade do resto: o negócio local e o negócio nacional exigem campanhas diferentes e quase sempre acabam na mesma. A campanha local tem clique barato, alcance definido e ciclo curto. A nacional tem concorrência de todo o país, clique mais caro e um comprador que compara vários fornecedores antes de decidir. Juntar as duas faz a de maior volume consumir o orçamento e a outra nunca aparecer, mesmo quando é a que traz o pedido maior. Há ainda o problema clássico do atacado: sem deixar claro que a venda é para revenda, a campanha enche de consumidor final e o custo por pedido dispara.
Como a gente trabalha aqui
A gente separa desde o primeiro dia, com verba e relatório próprios para cada frente. Na local, segmentação por município cobrindo Uberlândia e as praças do Triângulo onde você entrega, com relatório por localidade lido nas primeiras semanas. Na nacional, sem recorte geográfico apertado, focada no termo de produto e condição, com o anúncio dizendo explicitamente que a venda é para lojista ou empresa, o que afasta o consumidor final antes do clique. Em ambas, negativas cortando pesquisa de unidade avulsa, uso pessoal e "onde comprar" de varejo. A medição entra antes da verba, e a conversão contada no atacado é pedido, não visita.
O erro que mais custa caro
O erro mais caro é rodar uma campanha só. A frente local, com clique barato e volume alto, come o orçamento inteiro, e a nacional, que traria o pedido grande, fica sem verba para aprender. O segundo erro é não negativar o vocabulário de varejo, o que faz a campanha de atacado atrair consumidor final em quantidade e inflar o custo por pedido sem que a causa apareça no painel. O terceiro é medir visita em vez de pedido: no atacado, muita gente entra para olhar preço, e otimizar para visita faz a campanha buscar exatamente esse público.