O mercado de Vitória
Anunciar na Grande Vitória tem uma armadilha geográfica particular: as cidades são coladas e o deslocamento entre elas é rotina, mas a segmentação por município trata cada uma como um mundo separado. O resultado é uma campanha que perde o cliente de Vila Velha que atravessaria a ponte sem pensar duas vezes. Do outro lado, o raio solto joga verba em região que o seu cliente não percorre. Há também a dupla natureza da economia local: o negócio voltado ao consumidor e o negócio voltado ao porto e ao comércio exterior têm ciclos, tickets e públicos completamente diferentes, e quase sempre acabam na mesma campanha.
Como a gente trabalha aqui
A gente configura a cobertura pela realidade do deslocamento, incluindo as cidades da Grande Vitória de onde seu cliente já vem hoje, e não pelo limite administrativo. O relatório por localidade é lido nas primeiras semanas para cortar o que não converte. As duas economias viram campanhas separadas, com verba e relatório próprios: para o consumidor final, conversão medida em contato ou visita; para o B2B do porto, conversão medida em pedido de cotação, porque o fechamento acontece meses depois e fora do site. E a medição entra antes de qualquer verba subir, com leitura diária dos termos na primeira semana.
O erro que mais custa caro
O erro mais caro aqui é segmentar só o município de Vitória e perder o público da Grande Vitória, que é parte enorme do mercado e está a minutos de distância. O segundo é o inverso, deixar o raio aberto e pagar por cliques de regiões que o seu cliente não percorre. O terceiro é misturar o negócio de consumo e o de comércio exterior na mesma campanha: o de maior volume come o orçamento e o outro, que tem o ticket maior, nunca aparece. Nenhum dos três se enxerga na média do relatório, só olhando localidade e campanha separadamente.