O mercado de Mogi das Cruzes
Anunciar em Mogi tem duas particularidades que mudam a configuração da campanha. A primeira é a distância da capital: cerca de cinquenta quilômetros, o suficiente para a cidade ser praça própria, mas perto o bastante para que segmentação por raio atravesse para a Grande São Paulo e leve a verba para um público mais caro que você não atende. A segunda é a sazonalidade agrícola, que aqui tem data: a safra do caqui se concentra em março e abril, e isso move demanda concreta de insumo, transporte e embalagem numa janela curta. Quem trata o ano como plano perde a janela e ainda paga clique fora dela.
Como a gente trabalha aqui
A segmentação é por município, listando Mogi e as cidades do Alto Tietê onde você atende, nunca por raio solto, justamente para não vazar para a capital. O relatório por localidade é lido nas primeiras semanas, e município que só gera clique sai. Para quem depende do calendário agrícola, a verba é programada para subir antes da janela, não durante, porque campanha nova leva dias até estabilizar e quem sobe no meio da safra perde quem se organizou antes. Para a cadeia industrial, a conversão medida é pedido de cotação e não venda, já que o fechamento acontece depois e fora do site. E a medição entra antes da verba, sempre.
O erro que mais custa caro
O erro que mais custa aqui é segmentar por raio a partir de Mogi. O raio ignora limite de município, alcança bairros da Grande São Paulo onde o clique é mais disputado e enche o relatório de contato que não vira negócio. O segundo é subir verba de safra depois que a safra começou, quando o comprador já se acertou com quem apareceu antes. O terceiro é usar uma campanha só para os dois mercados da cidade, o agrícola e o industrial, que têm vocabulário, sazonalidade e ciclo completamente diferentes: a de maior volume come o orçamento e a outra nunca aparece.