O mercado do Rio de Janeiro
Anunciar no Rio tem duas variáveis que se somam de forma cara. A primeira é a geografia: segmentar a cidade inteira significa pagar por cliques de gente que nunca faria o deslocamento até você, e o relatório mostra custo por contato alto sem explicar a causa. A segunda é o calendário: eventos, feriados prolongados e períodos de alta temporada mudam o comportamento de busca de setores inteiros de forma previsível, com alguns disparando e outros sumindo por semanas. Quem mantém verba plana o ano todo paga caro nos dois momentos, gastando quando não há demanda e ficando sem orçamento quando ela aparece.
Como a gente trabalha aqui
A segmentação é por região e por raio ajustado à distância que seu cliente aceita percorrer, nunca pelo município inteiro. Onde você tem mais de um endereço, cada um ganha seu recorte e seu anúncio apontando para a página correspondente. O calendário do seu setor é montado com o seu histórico do ano anterior, com aumento e redução de verba programados com antecedência em vez de reação depois. Onde o movimento cai muito, a campanha reduz sem ser desligada, para não perder o aprendizado acumulado. E a medição entra antes da verba, com leitura diária dos termos na primeira semana.
O erro que mais custa caro
O erro mais caro no Rio é segmentar a cidade toda e concluir que o anúncio é caro. Ele não é caro, está sendo mostrado para quem não vai até você. O segundo é reagir ao calendário depois que o período começou, quando quem se preparou já captou a demanda. O terceiro é desligar a campanha em semana de evento grande sem checar se o seu setor sobe ou desce no período: alguns disparam justamente aí, e quem desligou entregou a semana inteira para o concorrente.