O mercado de São Paulo
São Paulo tem o clique mais caro do país na maior parte das categorias, e isso torna todo erro de configuração proporcionalmente mais caro que em qualquer outra praça. Campanha aberta, sem negativas e sem recorte geográfico, consome uma verba mensal inteira em dias. Ao mesmo tempo, a cidade oferece uma vantagem que compensa: volume de busca suficiente para que recortes muito específicos, por bairro, por segmento ou por variação de serviço, tenham demanda real. É exatamente o oposto do que fazem a maioria das campanhas locais, que disputam o termo mais caro contra anunciante nacional com orçamento incomparável.
Como a gente trabalha aqui
A gente entra pelo recorte, não pelo alcance. Termos específicos, geografia definida por raio ajustado à distância que seu cliente percorre, e um bloco de negativas denso montado antes de a verba subir. O anúncio diz o específico, incluindo o que está incluso e o que não está, o que reduz clique de curioso numa praça em que cada clique dói. A leitura dos termos de busca é diária na primeira semana e depois semanal, porque em São Paulo o desperdício acumula rápido. E a medição entra antes de tudo, com acompanhamento de ligação quando parte do fechamento acontece por telefone.
O erro que mais custa caro
O erro mais caro aqui é subir campanha ampla achando que o alcance compensa. Numa praça com o clique mais caro do país, alcance sem recorte é a forma mais rápida de queimar orçamento sem aprender nada. O segundo é disputar o termo genérico contra anunciante nacional, que tem verba para pagar o dobro pelo mesmo clique. O terceiro é não usar campanha no próprio nome da empresa: é o clique mais barato que existe, protege você de concorrente anunciando por cima e captura quem foi conferir depois de uma indicação.